Percorrer Tavira é entrar num enigma: do renascentismo ao modernismo, a cidade revela Portugal em fragmentos ocultos, em que cada detalhe é a chave para um segredo maior.
Délio Andrade nasceu em 1958, em Tavira. Aos 18 anos partiu para Lisboa levado pela oportunidade de servir a Marinha Portuguesa como Sargento nos submarinos, onde passou anos a navegar nos silêncios profundos do Atlântico. Entre missões, cidades, mares e portos, combateu a saudade através dos livros de História e na vontade de compreender melhor as raízes que o formaram.
Hoje dedica-se a guiar visitantes pelos monumentos, pelas ruas antigas e pelos segredos da cidade. Cada visita é, para ele, uma forma de preservar o legado histórico tavirense e, ao mesmo tempo, alimentar a sua eterna curiosidade pela sociedade portuguesa e pela construção civilizacional que moldou Portugal enquanto povo.
De origem fenícia e reconstrução árabe no século XI a XII, leva-nos ao ponto mais alto da cidade.
A Igreja-Matriz da cidade de Tavira, das principais referências do Gótico na cidade.
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Junto ao Hospital do Espírito Santo, de fundação tardio-medieval, barroca.
Fundado pela ordem franciscana nos séculos XIII e XIV, as suas origens remontam aos Templários.
Importante fonte de abastecimento de água à cidade ao longo da História.
Perto do Castelo e da Igreja Matriz de Santa Maria, transformada nos dias de hoje numa Pousada. Perto destes locais será também possível visitar a Igreja de Santiago, potencial antiga Mesquita Menor.
Também conhecida como Igreja de São Gonçalves Telmo, esta Igreja assume relevância histórica associada às gentes do mar desde a época medieval construída por André Pilarte, pedreiro do Mosteiro dos Jerónimos.
Localizada na Avenida da República, quando Tavira foi conquistada pelos cristãos no século XIII, Aben‑Fabila desapareceu e deixou para trás uma das lendas mais conhecidas da região: a Lenda da Moura Encantada do Castelo de Tavira.
Na baixa da cidade visitamos o mercado contemporâneo do século XIX, a ponte de raíz medieval e a réplica da pedra de Dighton, oferta da Marinha Portuguesa à cidade de Tavira por ter sido a terra Natal de Miguel Côrte-Real.
A experiência foi incrível. Visitei Tavira em outubro com o meu marido e a visita guiada a Tavira com o Délio foi especial. Aprendi, diverti-me e senti a cidade ganhar vida em cada passo. Único, sem dúvida!
A minha experiência e da minha família com a Tavira Guiada foi fantástica. O Délio partilha a história da cidade de forma simples e envolvente, tornando a visita interessante e cheia de descobertas.
O Délio tem uma forma única de contar a história da cidade: leve, envolvente e rica em detalhes que nunca descobriria sozinha. Uma experiência autêntica que recomendo a qualquer pessoa que queira realmente conhecer a cidade.
A visita fez-me recordar o valor da disciplina que aprendi com a arquitetura: cada explicação foi clara, rigorosa e cheia de significado. A visita permitiu-me ver a História com outros olhos, com a profundidade que Tavira merece.
As visitas são realizadas em grupos privados até 8 pessoas, garantindo uma experiência mais personalizada, confortável e fácil de acompanhar.
Cada tour tem a duração aproximada de 3 horas seguidas, sem interrupções longas, permitindo explorar Tavira de forma completa e fluida.
Todas as visitas são exclusivamente a pé, iniciando na porta do Castelo da cidade. O percurso foi pensado para ser acessível, seguro e permitir descobrir a cidade ao ritmo certo. A ergonomia foi também pensada para que todo o trajeto fosse feito de modo mais confortável.
O tour percorre toda a cidade de Tavira, mas 80% é feita do "lado de cá", ou seja, da margem do rio onde se encontra o Castelo e os Paços do Concelho. Como a cidade tem vários pontos históricos, ruas tradicionais, miradouros, zonas ribeirinhas e locais menos conhecidos, a rota pode sofrer alterações, caso seja do interesse dos visitantes.
Sim. Como os grupos são pequenos (máximo 8 pessoas) e as visitas têm duração fixa, a reserva antecipada é recomendada para garantir disponibilidade na data pretendida.
Sim. Apesar de ser uma visita contínua de cerca de 3 horas, há pequenas pausas naturais ao longo do percurso para apreciar a vista, tirar fotografias e recuperar o fôlego sem quebrar o ritmo da experiência.